Assim também não dá...
Segundo uma reportagem do G1, “a legislação de trânsito, no Brasil, está
fechando o cerco aos motoristas que insistem em desrespeitar os limites de velocidade”.
Eu
tenho duas para o G1:
“Constituição
Federal de 1988 está fechando o cerco às montadoras de veículos no Brasil, que
insistem em desrespeitar o princípio básico da segurança.”
“40
mil mortos. Os suspeitos: Governo Omisso da Silva, José Antônio Fordes, Ernesto
“Che” Guevara “Vrolet” e sua Filhat,
Vanessa V. Wagenéia entre outros, serão acusados de homicídio culposo,
aquele em que não há a intenção de matar. Em depoimento ao sargento Sexta-
Feira da 26ª DP, os acusados foram evasivos, mas disseram que os 40 mil mortos
cometeram suicídio. A investigação concluiu que nada pode ser concluído diante
dessa conclusão”.
Mais importante e nobre que um
governo e uma empresa que se preocupa com seus cidadãos e consumidores por uma
questão de responsabilidade e respeito, é um governo e uma empresa que com eles
se preocupam, por uma questão de HUMANIDADE.
Meus
caros leitores, hoje falaremos de segurança no trânsito. Um ponto em que o
governo não dá a
mínima é muito exigente. Algumas pessoas que viajam muito, assim
como eu, sabem disso. Eu sou de Minas Gerais, trabalho na região dos Campos das
Vertentes e moro na Zona da Mata. O trajeto é muito bom (é verdade), a estrada
é boa e bem sinalizada, sendo que em um trajeto de 80km existem 6 radares, o que
realmente é bom, para aumentar a nossa segurança. Todos eles são sinalizados
com as placas indicativas, o que era obrigatório. Em 2011, uma resolução do
CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) mudou essa obrigatoriedade.
A
resolução do CONTRAN, gerou muita polêmica em 2011 e continua em 2012. O
objetivo é assaltar o bolso do
motorista, sem se preocupar com a segurança dele, reduzir os acidentes pois
o motorista vai passar a 90 km/h em um radar de 80 km/h, e sobreviver, ou a
140km/h e morrer provavelmente matando mas uns dois terá de mudar sua
atitude, que é a de redução de velocidade somente em local fiscalizado conta
outra, ele vai é passar chutado em qualquer lugar.
Até
onde eu sei, quando um motorista visualiza uma placa de Fiscalização Eletrônica
de Velocidade, a tendência é a redução da velocidade, reduzindo também a
possibilidade de um acidente. Quando ele não visualiza a placa ele tende a
manter a velocidade alta (a culpa é de quem, do motorista que é sem vergonha
ou do governo que não educa? De ambos, pois os dois não têm vergonha).
Partindo dessa linha de pensamento a solução é aumentar o número de radares e
placas e não extinguir a obrigatoriedade da presença das placas, que foi feita
sem uma divulgação extensa. O governo gasta menos, com a instalação de radares
e placas e arrecada mais pela falta de conhecimento do condutor sobre a nova
lei.
Ano
passado, mais de 40 mil pessoas morreram no trânsito, cerca de 111 por dia e
esse número pode disparar, pois a presença das placas indicativas de radares
obrigava o motorista a reduzir a velocidade e agora com a ausência da
sinalização, ele pode reduzir a velocidade ou não estou quase certo de que ele
não o fará. A única certeza que se pode ter diante desse quadro é o aumento da
arrecadação em virtude de multas, a redução das mortes é incerta. Talvez se o
governo se preocupasse em exigir das montadoras itens de segurança básicos nos
carros, como ABS com EBD e Airbags esse número entraria em declínio.

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