sábado, 18 de fevereiro de 2012

Segurança no Trânsito


Assim também não dá...

Segundo uma reportagem do G1,  “a legislação de trânsito, no Brasil, está fechando o cerco aos motoristas que insistem em desrespeitar os limites de velocidade”.

            Eu tenho duas para o G1:

            “Constituição Federal de 1988 está fechando o cerco às montadoras de veículos no Brasil, que insistem em desrespeitar o princípio básico da segurança.”

            “40 mil mortos. Os suspeitos: Governo Omisso da Silva, José Antônio Fordes, Ernesto “Che” Guevara “Vrolet” e sua Filhat,  Vanessa V. Wagenéia entre outros, serão acusados de homicídio culposo, aquele em que não há a intenção de matar. Em depoimento ao sargento Sexta- Feira da 26ª DP, os acusados foram evasivos, mas disseram que os 40 mil mortos cometeram suicídio. A investigação concluiu que nada pode ser concluído diante dessa conclusão”.

Mais importante e nobre que um governo e uma empresa que se preocupa com seus cidadãos e consumidores por uma questão de responsabilidade e respeito, é um governo e uma empresa que com eles se preocupam, por uma questão de HUMANIDADE.

            Meus caros leitores, hoje falaremos de segurança no trânsito. Um ponto em que o governo não dá a mínima é muito exigente. Algumas pessoas que viajam muito, assim como eu, sabem disso. Eu sou de Minas Gerais, trabalho na região dos Campos das Vertentes e moro na Zona da Mata. O trajeto é muito bom (é verdade), a estrada é boa e bem sinalizada, sendo que em um trajeto de 80km existem 6 radares, o que realmente é bom, para aumentar a nossa segurança. Todos eles são sinalizados com as placas indicativas, o que era obrigatório. Em 2011, uma resolução do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) mudou essa obrigatoriedade.

            A resolução do CONTRAN, gerou muita polêmica em 2011 e continua em 2012. O objetivo é  assaltar o bolso do motorista, sem se preocupar com a segurança dele, reduzir os acidentes pois o motorista vai passar a 90 km/h em um radar de 80 km/h, e sobreviver, ou a 140km/h e morrer provavelmente matando mas uns dois terá de mudar sua atitude, que é a de redução de velocidade somente em local fiscalizado conta outra, ele vai é passar chutado em qualquer lugar.

            Até onde eu sei, quando um motorista visualiza uma placa de Fiscalização Eletrônica de Velocidade, a tendência é a redução da velocidade, reduzindo também a possibilidade de um acidente. Quando ele não visualiza a placa ele tende a manter a velocidade alta (a culpa é de quem, do motorista que é sem vergonha ou do governo que não educa? De ambos, pois os dois não têm vergonha). Partindo dessa linha de pensamento a solução é aumentar o número de radares e placas e não extinguir a obrigatoriedade da presença das placas, que foi feita sem uma divulgação extensa. O governo gasta menos, com a instalação de radares e placas e arrecada mais pela falta de conhecimento do condutor sobre a nova lei.

            Ano passado, mais de 40 mil pessoas morreram no trânsito, cerca de 111 por dia e esse número pode disparar, pois a presença das placas indicativas de radares obrigava o motorista a reduzir a velocidade e agora com a ausência da sinalização, ele pode reduzir a velocidade ou não estou quase certo de que ele não o fará. A única certeza que se pode ter diante desse quadro é o aumento da arrecadação em virtude de multas, a redução das mortes é incerta. Talvez se o governo se preocupasse em exigir das montadoras itens de segurança básicos nos carros, como ABS com EBD e Airbags esse número entraria em declínio.

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